Clínica
Psicologia Clínica
Cuidado individual em uma perspectiva fenomenológica-existencial: escuta do sofrimento, do histórico de vida e das possibilidades de cada pessoa, a partir da ancestralidade e do território.
Projeto e Espaço Ajalá
Um projeto social que reúne ancestralidade negra, saberes de terreiro e Psicologia para articular cuidado, educação, cultura, trabalho e produção de conhecimento.
O Ajalá
Não pensamos o cuidado como uma tentativa de adaptar pessoas a um mundo que produz sofrimento.
Nascemos de uma experiência concreta de terreiro e comunidade, atravessada pela ancestralidade, pelo racismo, pelo pertencimento e pela construção de possibilidades de existência.
Na tradição iorubá, o nome Ajalá está relacionado àquele que modela o ori. Essa ideia orienta nosso olhar: criar condições para que as pessoas possam reconstruir vínculos, pertencimentos, possibilidades e projetos de futuro.
A ancestralidade é o chão a partir do qual construímos. O pertencimento ganha força nos vínculos; o cuidado abre caminhos para a autonomia e a permanência. São fundamentos que atravessam nossa proposta.
No Espaço Ajalá, cuidado, formação, cultura e trabalho se encontram em uma proposta comunitária. O espaço físico reúne diferentes frentes de atuação, conectadas pelos vínculos e pela ancestralidade.
Articulamos Psicologia clínica, social e educacional e formação humana a partir de uma perspectiva decolonial e afrocentrada.
Conheça as três frentes de PsicologiaNossas frentes
No Ajalá, a Psicologia não é uma coisa só. São três frentes distintas, com objetos, métodos e territórios próprios, que se encontram no mesmo projeto social.
Clínica
Cuidado individual em uma perspectiva fenomenológica-existencial: escuta do sofrimento, do histórico de vida e das possibilidades de cada pessoa, a partir da ancestralidade e do território.
Social
O coração do projeto: o Ajalá é um projeto social, não apenas uma clínica. Aqui a Psicologia atua nos vínculos comunitários, no racismo, no pertencimento e nas condições de existência do território.
Educacional
Educação como campo de transformação: processos formativos, produção de conhecimento e diálogo entre a Psicologia, a educação e os saberes de matriz africana.
Cada frente tem seu caminho, todas compartilham a mesma base afrocentrada e comunitária.
Conversar sobre as frentesOrganizamos as ações do espaço em quatro dimensões: corpo, fazer, palavra e conhecimento. Diferentes caminhos para construir vínculos, expressão e autonomia.
Corpo
Na dimensão Corpo, o movimento é caminho de ancestralidade, disciplina e construção coletiva. Reunimos a roda de capoeira e as ofertas de dança contemporânea e dança afro.
Movimento, ancestralidade e disciplina se encontram na roda. Um caminho de expressão e construção coletiva pelo corpo.
Pesquisa de movimento e expressão corporal: a dança contemporânea como espaço de criação, escuta do corpo e autoria.
Dança afro como celebração de ancestralidade e pertencimento: ritmo, comunidade e memória expressos pelo corpo na roda.
Espaço reservado para vídeos das rodas e aulas. Novos registros de capoeira, dança contemporânea e dança afro serão publicados aqui e também no nosso Instagram @projeto.ajala.
Este espaço vai reunir textos sobre a capoeira, a dança contemporânea e a dança afro: histórias, sentidos e o que o movimento ensina sobre cuidado e comunidade.
Quero conhecer as atividadesVamos publicar aqui a voz de quem vive a roda e as aulas. Se você participa da capoeira ou das danças e quer deixar seu depoimento, fale com a gente pelo WhatsApp.
Deixar um depoimentoFazer
Na dimensão Fazer, a costura é encontro entre criação, transmissão de saberes e construção de autonomia material. Este espaço reúne fotos, vídeos, textos e depoimentos do ateliê.
O ateliê é espaço de transmissão de saberes: técnicas, processos e o ofício da costura passados de mão em mão.
Criação e produção em diálogo: cada peça carrega autoria, cuidado e o fazer como expressão.
O fazer como possibilidade de construir autonomia: habilidades que se convertem em caminhos de trabalho e renda.
Espaço reservado para as fotos do ateliê de costura. Os registros das peças, das oficinas e do fazer entram aqui assim que forem publicados.
Espaço reservado para vídeos do ateliê. Novos registros das atividades de costura serão publicados aqui e também no nosso Instagram @projeto.ajala.
Este espaço vai reunir textos sobre o ateliê de costura: a história do fazer, os saberes que circulam e o que a costura ensina sobre paciência, autoria e comunidade.
Quero conhecer o ateliêVamos publicar aqui a voz de quem vive o ateliê. Se você participa das atividades de costura e quer deixar seu depoimento, fale com a gente pelo WhatsApp.
Deixar um depoimentoPalavra
Na dimensão Palavra, a escuta é encontro. Os grupos de acolhimento psicológico partem da compreensão de que o sofrimento psíquico precisa ser escutado em sua dimensão singular, mas também histórica, racial, territorial, social e comunitária.
Espaços de escuta coletiva, onde a palavra circula e a experiência de cada pessoa encontra lugar junto da experiência das outras.
A escuta como caminho de elaboração: construir sentido para o que se vive e reconstruir vínculos, pertencimentos e projetos de futuro.
O cuidado psicológico não pretende substituir o terreiro nem transformar o terreiro em clínica. É uma ação profissional situada num território que tem seus próprios saberes e formas de cuidado.
Espaço reservado para as fotos dos grupos de acolhimento. Os registros das atividades entram aqui assim que forem publicados.
Espaço reservado para vídeos do acolhimento psicológico. Novos registros serão publicados aqui e também no nosso Instagram @projeto.ajala.
Este espaço vai reunir textos sobre o acolhimento psicológico: a escuta em grupo, o cuidado como construção coletiva e a relação entre sofrimento, história e território.
Quero saber mais sobre o acolhimentoVamos publicar aqui a voz de quem passa pelos grupos de acolhimento. Se você participa e quer deixar seu depoimento, fale com a gente pelo WhatsApp.
Deixar um depoimentoConhecimento
Na dimensão Conhecimento, a formação aproxima Psicologia, relações raciais, território, comunidade, ancestralidade e epistemologias negras e de terreiro. Não para criar uma psicologia do terreiro simplificada, mas para provocar a psicologia a rever seus próprios limites.
Formar profissionais capazes de compreender que a atuação psicológica não pode ser separada dos territórios onde as pessoas vivem.
Discussões sobre Psicologia, educação, território, raça, ancestralidade, comunidade e sofrimento ético-político.
Rodas e encontros que partem da ideia de que a formação não acontece só na escola ou na universidade: uma comunidade também produz conhecimento.
Espaço reservado para as fotos das formações, rodas e encontros. Os registros entram aqui assim que forem publicados.
Espaço reservado para vídeos das formações e rodas de conversa. Novos registros serão publicados aqui e também no nosso Instagram @projeto.ajala.
Este espaço vai reunir os textos, ensaios e materiais de formação produzidos no Ajalá, junto da seção Nossos referenciais teóricos.
Ver os referenciais teóricosVamos publicar aqui a voz de quem passou pelas formações do Ajalá. Se você participou e quer deixar seu depoimento, fale com a gente pelo WhatsApp.
Deixar um depoimentoQuer se aproximar de alguma dessas frentes?
Converse sobre as atividadesGaleria de fotos
Momentos reais das atividades do Espaço Ajalá: encontros, rodas de conversa e vivências comunitárias que acontecem no nosso território de cuidado.
Mais registros das atividades no nosso Instagram @projeto.ajala.
O conhecimento também faz parte do cuidado e da construção de possibilidades de existência.
A produção de conhecimento integra a proposta do Ajalá. Aproximamos a Psicologia, a educação, a cultura e os saberes de matriz africana, reconhecendo a experiência comunitária como parte desse diálogo.
Nas discussões e formações de psicólogos e profissionais, cuidado, ancestralidade e pertencimento se encontram em uma perspectiva afrocentrada de formação humana.
Conversar sobre formaçãoO Ajalá não nasce de uma ideia abstrata de projeto social, nem da simples junção entre psicologia, cultura e terreiro. Ele nasce de uma experiência concreta: o terreiro como território de existência, ancestralidade, produção de conhecimento, pertencimento, cuidado e construção comunitária.
Por isso, seus referenciais teóricos não funcionam como uma bibliografia externa ao projeto. Eles ajudam a nomear, aprofundar e sustentar aquilo que o Ajalá procura construir na prática.
Partimos da compreensão de que as pessoas não produzem suas subjetividades isoladamente. Nossas formas de existir são atravessadas pela história, pelo racismo, pelas relações de gênero, pelas condições econômicas, pelo território, pela comunidade, pelas experiências de pertencimento e pelos modos como aprendemos a reconhecer, ou não, nossa própria história e humanidade.
Ao mesmo tempo, não compreendemos as pessoas apenas a partir daquilo que as oprime. O território também produz proteção, memória, conhecimento, vínculo, resistência, criação e possibilidades de futuro.
É nesse movimento que o Ajalá se constitui: não apenas como espaço para responder ao sofrimento, mas como território de produção de vida.
Toque no nome para ler.
Fanon é uma das referências fundamentais para compreender a relação entre racismo, colonialismo e subjetividade.
Sua contribuição para o Ajalá está principalmente na compreensão de que o racismo não atua somente nas relações sociais externas. Ele também produz efeitos sobre a maneira como pessoas negras passam a perceber a si mesmas, seus corpos, suas capacidades, sua história e seu lugar no mundo.
Fanon permite compreender que o sofrimento produzido pelo racismo não pode ser reduzido a uma questão individual. Existe uma dimensão histórica, social e política na experiência subjetiva.
O que Fanon fundamenta no Ajalá
A partir de Fanon, o Ajalá procura criar condições para que pessoas negras possam elaborar experiências de racialização, violência, desumanização e negação de pertencimento sem transformar essas experiências em problemas exclusivamente individuais. Isso aparece no trabalho com:
Fanon nos ajuda a sustentar uma pergunta fundamental do Ajalá: o que acontece com a subjetividade quando uma sociedade produz, historicamente, a desumanização de determinados sujeitos? E o que pode acontecer quando esses sujeitos encontram territórios capazes de produzir outras experiências de existência?
Neusa Santos Souza é fundamental para aprofundar a discussão sobre os efeitos psíquicos do racismo.
Seu trabalho mostra como a experiência de tornar-se negro ocorre dentro de uma sociedade estruturada por valores que historicamente associaram branquitude, beleza, inteligência, poder e humanidade a uma posição de superioridade.
A discussão sobre o ideal de ego branco ajuda o Ajalá a compreender que muitas experiências de sofrimento não surgem simplesmente de uma “baixa autoestima” individual. Elas podem estar relacionadas à necessidade de construir a própria identidade em uma sociedade que oferece referências de humanidade e sucesso marcadas pela branquitude.
O que Neusa fundamenta no Ajalá
Sua contribuição aparece especialmente nas ações relacionadas a:
No Ajalá, isso significa não trabalhar apenas para que uma pessoa “se aceite”, mas criar condições para que ela possa compreender por que foi ensinada a rejeitar determinadas dimensões de si mesma e quais outras referências podem sustentar sua existência.
Beatriz Nascimento é central para a compreensão do território como espaço de existência, memória, continuidade e produção da vida negra.
Sua reflexão sobre o quilombo permite deslocar sua compreensão de uma simples imagem histórica de resistência para uma possibilidade de pensar formas negras de organização, pertencimento, continuidade e produção de existência.
É especialmente importante para o Ajalá porque permite compreender o território não apenas como o lugar onde determinado sofrimento acontece. O território também pode ser aquilo que sustenta a vida.
O que Beatriz fundamenta no Ajalá
A partir de Beatriz, o Ajalá pensa:
É uma das referências que sustentam a compreensão do Ajalá como um território negro de cuidado e produção de vida, aproximando-o, com o devido cuidado conceitual, da ideia de um quilombo urbano contemporâneo.
Não se trata de afirmar que o Ajalá “é um quilombo” em sentido histórico. Trata-se de reconhecer a potência da experiência quilombola para pensar territórios nos quais pessoas negras possam produzir pertencimento, memória, proteção, conhecimento e continuidade.
Nego Bispo contribui para que o Ajalá questione a própria ideia de que existe apenas uma forma legítima de produzir conhecimento.
Seu pensamento sobre contracolonialidade, território, comunidade e modos de vida ajuda a deslocar uma lógica na qual conhecimentos acadêmicos ou institucionalizados seriam automaticamente superiores aos saberes produzidos pelas comunidades.
No Ajalá, isso é especialmente importante porque o terreiro não é entendido como mero “campo de aplicação” de conhecimentos produzidos fora dele. O terreiro também produz conhecimento.
O que Nego Bispo fundamenta no Ajalá
Sua contribuição aparece na valorização de:
Isso orienta uma postura fundamental do Ajalá: não chegar ao território para “levar conhecimento” a uma comunidade que supostamente não o possui.
Chegamos reconhecendo que há conhecimento produzido naquele território, naquela comunidade e naquela experiência histórica, e que a relação com a universidade e com a psicologia deve ser de diálogo, e não de colonização.
Akotirene contribui principalmente para a compreensão da interseccionalidade.
O Ajalá não compreende as experiências de racismo de maneira isolada das demais relações sociais. Uma pessoa pode experimentar simultaneamente relações de raça, gênero, classe, sexualidade, território, geração e religião.
Essas dimensões não funcionam como problemas separados que simplesmente se somam. Elas se atravessam na experiência concreta dos sujeitos.
O que Akotirene fundamenta no Ajalá
A interseccionalidade orienta o modo como pensamos:
Isso impede que o Ajalá construa uma ideia homogênea de “pessoa negra” ou de “comunidade negra”. Não existe uma única experiência de negritude.
A Psicologia Sócio-Histórica compõe a base epistemológica das ações psicológicas desenvolvidas no Ajalá.
A partir dela, a subjetividade é compreendida como produzida nas relações sociais e históricas. A pessoa não é entendida como um indivíduo isolado, separado das condições concretas em que vive.
Essa perspectiva sustenta uma compreensão do sofrimento psicológico que não reduz a experiência humana a características individuais. No Ajalá, isso significa considerar que aquilo que uma pessoa sente, pensa e vivencia está relacionado também às relações sociais, à história, ao território, às condições materiais de existência e às experiências de pertencimento.
O que essa perspectiva fundamenta no Ajalá
Ela sustenta:
Assim, o cuidado psicológico desenvolvido no Ajalá não tem como objetivo simplesmente adaptar pessoas às condições em que vivem. Busca compreender o sujeito em relação com seu território, sua história, seus vínculos e suas possibilidades concretas de existência.
Esses autores não formam uma teoria única e homogênea. Eles vêm de tradições diferentes, possuem conceitos distintos e não devem ser tratados como se dissessem a mesma coisa.
O que o Ajalá faz é colocá-los em diálogo a partir de uma experiência concreta. Desse diálogo emerge uma concepção de sujeito como alguém constituído historicamente, atravessado por relações de poder, mas também capaz de produzir novos sentidos e formas de existência; pertencente a territórios e comunidades, mas também capaz de transformá-los.
É nesse ponto que o conceito de subjetividade enterreirada ganha força no Ajalá. Subjetividade enterreirada não significa simplesmente ser uma pessoa que frequenta um terreiro. Refere-se à possibilidade de produzir uma relação com a própria existência marcada por pertencimento, ancestralidade, memória, comunidade, corpo, território, responsabilidade coletiva e reconhecimento de formas negras de produzir conhecimento e vida.
A teoria não aparece no Ajalá como conteúdo separado da prática. Ela orienta a maneira como as ações são pensadas.
Parte da compreensão de que o sofrimento psíquico precisa ser escutado em sua dimensão singular, mas também histórica, racial, territorial, social e comunitária.
O cuidado psicológico não pretende substituir o terreiro nem transformar o terreiro em clínica. É uma ação profissional situada dentro de um território que possui seus próprios saberes, autoridades e formas de cuidado.
A costura é pensada para além da capacitação profissional. Ela pode constituir espaço de criação, transmissão de saberes, convivência, geração de renda, produção de autonomia e fortalecimento de vínculos.
O fazer manual também pode ser uma forma de produzir memória, identidade e pertencimento.
A capoeira é compreendida como prática corporal, cultural, histórica e comunitária.
Mais do que atividade física, pode produzir relação com o corpo, disciplina, ancestralidade, coletividade, memória e reconhecimento de uma tradição negra de resistência e criação.
O Ajalá também pretende formar profissionais capazes de compreender que a atuação psicológica não pode ser separada dos territórios onde as pessoas vivem.
A proposta é aproximar psicologia, relações raciais, território, comunidade, ancestralidade e epistemologias negras e de terreiro.
Não se trata de criar uma “psicologia do terreiro” simplificada, mas de provocar a psicologia a rever seus próprios limites, pressupostos e formas de produzir conhecimento e cuidado.
As rodas, encontros e demais atividades partem da ideia de que formação não acontece apenas em espaços escolares ou universitários. Uma comunidade também produz conhecimento.
O Ajalá busca criar situações de encontro nas quais diferentes saberes possam circular sem que o conhecimento acadêmico seja automaticamente colocado acima da experiência comunitária.
O Ajalá é sustentado por um conjunto de referenciais que articulam pensamento negro, psicologia, relações raciais, território, comunidade, ancestralidade e produção de conhecimento.
Fanon nos ajuda a compreender os efeitos do racismo sobre a subjetividade. Neusa Santos Souza aprofunda a discussão sobre identidade negra e os efeitos psíquicos da branquitude como referência social. Beatriz Nascimento nos ajuda a pensar território, memória, quilombo e continuidade da vida negra. Nego Bispo nos convoca a reconhecer outros modos de produzir conhecimento e existência. Akotirene nos oferece a perspectiva interseccional. A Psicologia Sócio-Histórica sustenta uma compreensão da subjetividade em sua dimensão histórica e social.
Essas referências não constituem uma lista de autores que simplesmente “inspiram” o projeto. Elas ajudam a construir a própria maneira como o Ajalá olha para o mundo.
O Ajalá parte da ideia de que cuidar também é produzir território, pertencimento, memória, conhecimento e possibilidade de futuro. Por isso, suas ações procuram não apenas responder ao sofrimento, mas criar condições para que outras formas de existir possam ser reconhecidas, compartilhadas e construídas coletivamente.
Um projeto construído por uma equipe de psicólogas e psicólogo comprometidos com o cuidado e o território.
Idealizadora e Coordenadora, Psicóloga Clínica e Social
Graduada pela Universidade São Judas Tadeu (USJT), mestra em Educação: Psicologia da Educação pela PUC-SP, com trajetória em psicologia clínica fenomenológico-existencial, educação, assistência social e gestão de políticas públicas.
Pesquisadora do campo da Educação e Políticas Públicas; atua na construção de práticas comunitárias de cuidado, ancestralidade e fortalecimento territorial; coordena o Coletivo Ilesá e o Espaço Ajalá; experiência em gestão de projetos ligados ao SUAS e atuação em programas como CONVIVA_SP e SAEPS/NAAPA.
Psicóloga
Graduada pela UNIP, atuação em Psicologia Clínica e Social com prática clínica de orientação psicanalítica; experiência em atendimentos individuais e grupais, intervenções psicossociais, grupos reflexivos e oficinas de criatividade; psicóloga escolar no NAAPA da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.
Psicóloga Clínica (Psicanalista) e Educacional
Graduada pela UNIP, formação em Saúde Mental e RAPS; clínica de orientação psicanalítica com escuta do sujeito e singularidade em diálogo com atravessamentos sociais, culturais e territoriais; experiência em Psicologia Social, educação, políticas públicas, redução de danos e cuidado decolonial; psicóloga no NAAPA da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.
Psicólogo
Graduado pela UNIP, perspectiva fenomenológico-existencial; experiência em acolhimento, plantão psicológico, atendimentos individuais com adultos e crianças e Psicologia Social e Comunitária; Diretor da Associação Baixada do Ipiranga; no Projeto Ajalá integra a equipe de Psicologia articulando escuta, território e contexto social.
Quer participar das atividades, colaborar com o projeto ou conversar sobre uma parceria? Conte para a gente como você gostaria de se aproximar do Ajalá.
Para conhecer melhor o Ajalá, saber sobre as atividades ou compartilhar uma ideia, fale com a gente.
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